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Marina costuma dizer que ela não é importante. Para decidir se consentia na realização de sua biografia lançou mão de um dispositivo usado por pentecostais, a “roleta bíblica”, que consiste em abrir ao acaso a Bíblia e buscar a solução para seu problema, em versículo lá encontrado.

“A Senadora queria saber o que Deus pensava do projeto”. Diz sua biografia oficial. “Perguntei à Senadora se ela, ao ler aquele texto (salmo 9) entendia tratar-se de um recado pessoal de Deus para ela… Ela respondeu afirmativamente”.

Em resumo, Marina “conversa”, ou melhor, tem mala-direta com Deus. Nem os Papas destes últimos séculos pensam ter esse privilégio. Se elegermos Marina o Brasil terá como comandante supremo alguém assessorado pelo próprio Deus. Não é reconfortante?


Créditos de imagem: extra.globo.com

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