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Em editorial intitulado “O abraço dos afogados” o Estadão condena peremptoriamente o Lula e o PT por estarem negociando com o hoje execrado Presidente da Câmara Eduardo Cunha. Indignado, o Editorial exclama: se até a comunidade evangélica repudia Cunha como pode o PT com ele conviver, e cita um manifesto em que 300 pastores denunciam o referido deputado. Será que este jornal que reivindica a ascendência de um grande jornalista e homem público que foi Júlio Mesquita é tão pobremente equipado de ética que se esquece completamente de que o partido que lhe é caro, o PSDB, veio até há dias atrás, dando completo e descarado apoio a este mesmo desqualificado oportunista? E isto quando todo mundo já sabia quem ele era? Então quem merece a alcunha de oportunista, de mentor da ética da oportunidade?


Imagem: Luiz Muller Blog

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